As 5 corretoras mais bem avaliadas no site Reclame Aqui

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Com o numero recorde de Brasileiros na Bolsa de Valores, as corretoras ganham cada vez mais espaço, porém encontrar uma boa corretora não é tarefa fácil, nesse post você conhecerá quais foram as seis corretoras mais bem avaliadas no site Reclame Aqui, porém são tantas reclamações nos últimos 12 meses que caso você queira, poderá encarar a lista como as menos ruins.

1 – BTG Pactual Digital (Nota 8.9)

O BTG Pactual é um banco de investimento brasileiro, especializado em capital de investimento e capital de risco, além da administração de fundos de investimento, de gerenciamento de patrimônio, e de ativos globais – investment banking, wealth management e global asset management. O BTG Pactual é uma empresa de capital aberto administrado por uma aliança, que atualmente possui 64 parceiros e 175 associados, e foi o resultado da aquisição do banco UBS Pactual pelo BTG Investments.

BTG Pactual

A sua reputação no site Reclame Aqui também é muito boa, o que mostra que ele tem um bom relacionamento com seus clientes.

2 – Easynvest (Nota 8,8)

Easyinvest
Easyinvest

A Easynvest lidera o ranking com a autonomia de quem tem quase 50 anos de mercado, a Easynvest Título Corretora oferece investimentos em renda fixa e renda variável. A corretora foi uma das principais corretoras a ter serviços pela internet, em 1999.

3 – Rico (Nota 8,2)

Rico
Rico

A Rico que ocupa o segundo lugar do pódio, nasceu em 2011 com um propósito: permitir o acesso das pessoas ao mundo de investimentos. De lá para cá, a corretora tem trabalhamos duro e de forma genuína para tornar a experiência de seus clientes cada vez mais simples e intuitiva. 100% do seu capital pertence ao grupo XP.

4 – XP (Nota 7,7)

XP Investimentos
XP Investimentos

A XP que fecha o pódio bem atrás das duas primeiras, foi criada em 2001 por Guilherme Benchimol, a XP é uma das maiores corretoras do país, 49% de seu capital pertence ao Banco Itaú. Em sua prateleira, a instituição oferece desde investimento em ações até planos de previdência privada.

5 – Clear (Nota 7,4)

Clear
Clear

Fundada em 2012, por um grupo de empreendedores com largo histórico na indústria de investimentos eletrônicos no Brasil, a Clear Corretora rapidamente se tornou líder de mercado nos segmentos em que atuava e, em 2014 teve 100% de suas ações adquiridas pela XP Inc.

6 – Modal Mais (Nota 7,2)

Modal Mais
Modal Mais

A Modal DTVM nasceu da aquisição da Safdié DTVM, fundada no ano de 2003. Em 2014, a Safdié foi adquirida pelo Banco Modal, e com isso aumentou sua oferta de produtos de investimentos para o mercado de investidores pessoa física do Brasil, por meio do modalmais Home Broker.

Corretoras

No Brasil, a corretora precisa ter autorização do Banco Central para funcionar. O processo tem várias etapas para garantir que a empresa cumpra as regras do Banco Central e a segurança de investidores e investimentos.

Entre elas estão a realização de uma entrevista técnica com o Banco Central e inspeção da estrutura organizacional.

Corretoras
Corretoras

De acordo com Valor Investe, os integrantes do grupo de controle da empresa ainda precisam demonstrar que têm conhecimento sobre o ramo de negócio e sobre o segmento em que a instituição pretende operar.

É necessário comprovar capacidade econômico-financeira compatível com o porte, a natureza e o objetivo da corretora. O Banco Central ainda avalia, de acordo com seus critérios, se os membros do grupo de controle estão isentos de restrições que possam afetar sua reputação e, claro, comprovar a origem dos recursos utilizados na empresa.

Quem fiscaliza?

As corretoras de valores no Brasil precisam de autorização prévia do Banco Central para poderem funcionar. Elas são fiscalizadas pelo próprio BC, pela Bolsa de Valores e pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), o “xerife” do mercado financeiro.

Saiba como reclamar na CVM

O investidor que tiver algum problema com uma corretora de valores pode registrar sua queixa na CVM:

Segundo a assessoria de imprensa da CVM, todas as reclamações e denúncias dão origem a um processo administrativo, que é analisado pela área técnica responsável.