As 14 ações preferidas de três grandes gestores

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A B3, fechou 2019 com alta de 32%: saiu dos 87 mil pontos do início do ano para o patamar de 115 mil pontos. Mesmo assim para alguns a valorização da Bolsa em 2019 ainda ficou aquém das expectativas do mercado, que chegaram a apontar que o índice poderia ir além de 120 mil pontos.

ações preferidas de três grandes gestores
Ações preferidas de três grandes gestores

O grande impacto da tecnologia e as transformações causadas por ela no mundo atual são os principais temas para ações, não só no exterior, onde o setor tem liderado os ganhos nas bolsas, mas também aqui no Brasil.

Esta é a avaliação do gestor Carlos Eduardo Rocha, fundador da Occam Brasil Gestão de Recursos, que participou do painel “Como surfar o bull market no Brasil” em evento promovido pelo Credit Suisse em São Paulo na tarde da última terça-feira (29).

Segundo ele, nesta questão da tecnologia o valuation das empresas brasileiras não está descolado do resto do mundo, mas mesmo assim atualmente a gestora tem focado seu investimento no exterior. Por outro lado, ele se disse otimista com Brasil, apontando que o país está nos primeiros estágios de recuperação, com espaço para ganhos.

Questionado sobre as posições em ações da gestora, Rocha apontou cinco cases de investimento, mas voltou a destacar o setor de tecnologia, citando o Magazine Luiza (MGLU3), em que tem posição “há bastante tempo”, lembrando o diferencial da varejista no e-commerce. Nesta área, ele ainda citou o Banco Inter (BIDI11), em que ele investe desde o IPO.

O gestor citou ainda o setor de consumo, apontando os papéis de Lojas Renner (LREN3) e Via Varejo (VVAR3), além de Hapvida (HAPV3) e Intermédica (GNDI3), que devem se beneficiar com o envelhecimento da população.

Outros três cases que Rocha destacou foram concessões, privatizações e financeiro não-bancário. Entre as ações nestas áreas, ele falou em Rumo (RAIL3), Eletrobras (ELET3), B3 (B3SA3) e IRB Brasil (IRBR3).

Participando do mesmo painel, Leonardo Linhares, sócio da SPX, evitou falar em ações específicas, mas afirmou que as ações da Eletrobras ficaram interessantes já que “ficaram para trás” e a empresa deve ser privatizada. Ele falou ainda que os papéis da B3 já “precificaram demais” a competição.

Já para Cassio Bruno, fundador e gestor da Moat Capital, o destaque fica para as “large caps” e empresas que estão ligadas ao case de crescimento do País. Entre as ações, ele apontou para Via Varejo, B2W (BTOW3) e Lojas Americanas (LAME4), além de gostar também de Vale (VALE3), Petrobras (PETR4) e bancos.

Por Jovem Investidor (Com informações do Infomoney)